Pentágono lançará força-tarefa para investigar avistamentos de OVNIs

O Pentágono está formando uma nova força-tarefa para investigar OVNIs que foram observados por aeronaves militares dos EUA.

Os esforços anteriores para investigar o que o Pentágono chama de fenômenos aéreos não identificados foram liderados pela Marinha dos EUA, já que muitos dos encontros documentados envolveram suas aeronaves.

Preocupação com aeronaves não identificadas que sobrevoaram bases militares dos EUA

Membros do Congresso e funcionários do Pentágono há muito expressam preocupação com o aparecimento de aeronaves não identificadas que sobrevoaram bases militares dos EUA, colocando em risco os jatos militares. 

Objetivos voadores não identificados gravados pela Marinha Americana.

Não há consenso sobre sua origem, com alguns acreditando que podem ser drones potencialmente operados por adversários terrestres que buscam reunir inteligência em vez de extraterrestres.

O Comitê de Inteligência do Senado americano votou em junho para que o Pentágono e a comunidade de inteligência fornecessem uma análise pública dos encontros.

Pentágono divulga vídeos com OVNIs gravados por câmeras infravermelhas

Após o lançamento oficial do Pentágono de três vídeos curtos mostrando aeronaves americanas enfrentando esses fenômenos. Um dos pilotos especula que poderia ser um drone.

Os relatórios descrevem os fenômenos observados como “Sistemas Aéreos Não Tripulados (UAS)” – a terminologia oficial do Pentágono para aeronaves drones.

Os vídeos da Marinha foram lançados pela primeira vez entre dezembro de 2017 e março de 2018 pela To The Stars Academy of Arts & Sciences, uma empresa co-fundada pelo ex-músico do Blink-182, Tom DeLonge que afirma estudar informações sobre fenômenos aéreos não identificados.

Vídeo foi gravado em novembro de 2004 pela Marinha Americana.

O Pentágono já havia estudado gravações de encontros aéreos com objetos desconhecidos como parte de um programa secreto fechado que foi lançado a pedido do ex-senador Harry Reid de Nevada. 

Esse programa foi lançado em 2007 e encerrado em 2012, de acordo com o Pentágono, porque avaliou que havia prioridades maiores que precisavam de financiamento.

O ex-chefe do programa Luis Elizondo disse à CNN em 2017 que ele acredita pessoalmente “há evidências muito convincentes de que podemos não estar sozinhos“.